Sabe quando de repente você percebe que se afastou muito de quem você era e, pior ainda, de quem você queria ser? Ou melhor dizendo, quando quem você achava que queria ser não é exatamente o que você esperava que fosse? Talvez seja hora de mudar algumas coisas na minha vida, mas eu nem sei por onde começar.
Muito bem... Mais uma madrugada insone da minha vida, nada para fazer, sem paciência para ler livros ou assistir filmes e eis que me vem essa vontade de ressucitar esse blog. Ficou muita coisa por contar da viagem, mas isso os interessados (ninguém, provavelmente) vão ter que esperar para que eu conte pessoalmente ou, quem sabe, que bata uma vontade incontrolável de escrever em algum momento de nostalgia e ócio.
O que tenho para contar desses 7 meses, quase 8, desde que eu parei de escrever? Voltei para minha querida Terra Brasilis e para a faculdade (e apesar de todas as previsões sombrias, me saí até que bem academicamente esse semestre). Comecei um estágio em um escritório pequeno de advocacia. Retomei minha vida e a rotina voltou tão rápido que em questão de um mês minha viagem ficou parecendo um sonho que passou rápido demais.
A felicidade de estar em casa e de matar as saudades de tudo até durou um pouco, mas ultimamente já tem batido aquela vontade fortíssima de colocar uma mochila nas costas de novo. Claro que nunca mais vou poder (e nem querer, sinceramente) ficar tanto tempo fora, mas já sonho com algum momento em que vou poder sair pela estrada mais uma vez. Agora o problema é juntar dinheiro (assim que eu conseguir parar de gastar boa parte do meu salário em sapatos, é claro) e decidir para onde quero ir. América Latina tem me parecido extremamente tentadora, assim como o Leste Europeu. Em ambos os casos, queria companhia dessa vez, voluntários? :D
Enfim. Tentarei pensar em algo interessante para postar no futuro.
Adeus - e até breve, quem sabe.
Li o post de retrospectiva da Gabi e fiquei tentada a fazer a minha própria. Mas resolvi fazer de um jeito diferente...
Música é algo fundamental na minha vida. Apesar de eu ser uma negação no que se refere a talentos musicais, eu não consigo viver sem uma trilha sonora constante, meu iPod é item de sobrevivência. Cada momento, cada pessoa importante, tem sua música. Logo, nada mais justo do que fazer uma retrospectiva do meu ano com as dez músicas que o mais marcaram. São músicas que não necessariamente correspondem ao meu gosto habitual, mas que, por uma razão ou outra acabaram ficando ligadas a memórias especiais e que por isso tem um lugarzinho garantido no meu coraçãozinho...
I'm Doing Everything (For You) - The Rocket Summer: foi eleita minha música oficial do verão passado, sem nenhuma razão muito específica. A letra é bonitinha, a voz do cantor é gostosa e o ritmo é tão upbeat que eu não consigo ficar de mal humor ouvindo essa música. Sempre me dá vontade de cantar e dançar junto.
Meteoro - Luan Santana - música do carnaval e de tantas cervejadas... Fica para representar o gênero sertanejo, que se infiltrou em várias lembranças felizes da minha vida.
La Tortura - Shakira feat. Alejandro Sanz: Primeiro, vocês precisam aprender que a Shakira é meu alter-ego secreto. Segundo, essa música me lembra de dias sob as Arcadas, planos de substituir seminários por danças (e o bonitor fazendo cosplay de Alejandro Sanz - só na minha imaginação, infelizmente), festinhas dançando loucamente com a galerë...
Can't Stand It - Nevershoutnever!: uma certa Pate Patrícia me apresentou essa música e depois disso meu mundo nunca mais foi o mesmo. Ficou no repeat one para sempre, virou toque do meu celular... Super fucking cute.
You've Got A Friend In Me - Toy Story: em homenagem a trocas sem fim de emails, confissões, fofocas, jogos de perguntas, conselhos... Porque esse ano significou um aprofundamento quase inimaginável da minha amizade com certas duas marotas :)
Gitana/Gipsy - Shakira: indisputavelmente, a música tema da minha viagem. Fala por si própria.
Summer Nights - Grease: por incrível que pareça, apesar de também trazer recordações de summer nights de verdade, me lembra mais de esquentas num albergue em Roma, de uma noite de neve e um dueto em pub alemão ou da pista de oldies da balada de Praga. Vários momentos divertidos e inusitados...
Angels - Robbie Williams/ The Baseballs: droga, essa eu não posso explicar. É uma piada interna minha comigo mesma.
Shine A Light - McFly: me lembra tardes nubladas andando por cidades aleatórias em países com línguas impossíveis. Sempre traz um calorzinho no coração, não sei porque. Um pouco de luz e esperança quando eu me sentia sozinha e perdida.
Walking In A Winter Wonderland: representando todas as músicas natalinas que me acompanharam pelo último mês, desde os mercados de natal da Alemanha até a Winter Wonderland do Hyde Park. Símbolos do meu primeiro inverno de verdade, neve por todos os lados, chocolates quentes, 15 camadas de roupa, pés congelando...
Ok, provavelmente isso não foi muito interessante para ninguém além de mim, mas eu me diverti lembrando e escolhendo as músicas.
E aí, galera, como foram de natal? O meu foi bem tranquilinho, passei aqui na casa da minha amiga em Madrid. Só estávamos nós duas, a mãe dela, o padastro dela e o filho dele. Comemos peru, torta de queijo e batatas fritas (ah, tinha também camarões... mas eu não como coisas do mar!). De sobremesa, cerejas e torta de chocolate da Ikea (essa torta é simplesmente mágica!). Depois de comer, um brinde com sidra (afinal, eso es España!). Jogamos ping pong e algumas partidas de culo (um jogo de baralho) ao lado da lareira. Não teve neve :/ No dia 25 propriamente dito, fomos patinar no gelo de manhã, almoçamos os restos mortais da ceia e eu e Sô passamos o dia assistindo tv, jogando buraco e dormindo... Pra fazer algo beeeem diferente do que a gente tem feito nos outros dias, haha.
Bem, agora resolvi falar sobre Viena. Passei pouco tempo lá, nem 3 dias inteiros, então não deu tempo de ver tudo... Minha visão geral é de uma cidade altamente aristocrática, cheia de pompa e circunstância. Não tem aquela profusão de detalhes da Itália, os prédios são bem clássicos, de uma beleza sóbria.
Hofburg
alguma rua com um monumento que eu não lembro qual é :D
São muitos, muitos museus. Eu acabei escolhendo ir ao Belvedere, que tem uma coleção incrível de Klimts (incluindo O Beijo), e o Albertina, que tem um acervo tão grande que eles só mostram uma pequena parte dele de cada vez, em exposições temáticas temporárias. Na ocasião da minha visita, as exposições eram sobre desenhos e estudos do Michelangelo, Picasso: Paz e Guerra (com pinturas com conotações políticas do Picasso) e William Kentridge, um artista sul africano que faz principalmente curta-metragens. Todas muito, muito boas. O Belvedere também é lindo, além da coleção em si o próprio museu é um palácio do século XVII e está cercado por lindos jardins.
Upper Belvedere
Jardins e Lower Belvedere
Outro rolê (altamente alternativo, porém interessante) é visitar o cemitério central, Zentralfriedhof. Os austríacos levam muito a sério esse negócio de "última morada", então tem túmulos realmente majestosos. Mas o principal chamariz são os túmulos de compositores famosos. Ninguém menos do que Beethoven está enterrado lá, entre outros (como Schubert, Strauss...). Mozart está em outro cemitério de Viena, mas tem um monumento no Zentralfriedhof. Eu cheguei no cemitério já era umas 3 da tarde e depois de muito, muito andar ouvindo todos aqueles corvos crocitando (tenho até um vídeo do corvos!), encontrei a parte das pessoas "famosas". Mas não tinha ninguém que eu conhecia e eu continuei vagando, até que começou a escurecer. Aí eu decidi que ficar num cemitério gelado no escuro não era bem minha idéia de uma noite divertida e fui perguntar para alguém onde Beethoven estava. Eis que a primeira pessoa que eu encontro é esse oriental com um mapa. Eu pergunto e ele diz que também não está encontrando, então voltamos os dois para o portão para perguntar para o guarda. Claro que nenhum de nós falava alemão, mas de algum jeito rolou a comunicação necessária. Só que nisso faltava só 15 minutos para o cemitério fechar, então eu e o meu novo amigo (de Hong Kong!) saímos correndo pelo cemitério até encontrar Beethoven. Um dos momentos mais surreais da minha viagem, sem dúvida.
Outro passeio que vale muito a pena: dá para assistir uma ópera na Staatsoper por algo entre 2 e 5 euros, dependendo do dia. Como assim? Ok, você tem que ficar de pé durante a peça toda, mas vale a pena, tem orquestra ao vivo, cantores bons, a produção toda caprichada. Viena é a cidade da música, você tem que assistir uma ópera! E só entrar na Staatsoper já vale o preço, mesmo que você não fique a peça inteira, porque o próprio prédio é bonito.
por fora...
...e por dentro da Staatsoper.
Foi na ópera que eu tive minha primeira - e ufa!, única - experiência de alguém brigando comigo em alemão. Garanto que não é uma boa sensação, alemão parece ter sido especificamente para gritar com os outros... Um coreano maldito achou que eu tinha roubado o lugar dele e veio tirar satisfação comigo, até que a mocinha (estou sendo gentil. Na verdade ela parecia a Cássia Eller!) que trabalhava na ópera veio me salvar e mostrar que eu não estava no lugar dele. (Apesar de você ficar de pé, as pessoas tem lugares definidos e uma telinha com legendas em inglês ou alemão, a sua escolha, para você acompanhar a música).
Acho que esses foram os pontos altos da minha visita à Viena (além de assistir Harry Potter and the Deathly Hallows, é claro! :D). Agora voltarei ao meu ócio deliciosamente nada produtivo... Adeus!
Eu falei que estava escrevendo o post sobre a Alemanha... mas mudei de idéia. Vamos falar sobre Praga!
Todo mundo sempre me pergunta qual é a minha cidade favorita. Não consigo definir uma só, mas Praga definitivamente está entre as principais candidatas. Por quê? Porque ela tem tudo! História, vida noturna, culinária, cervejas ótimas... E ainda é muito barata! Claro que aquele dinheiro maldito me confundia totalmente (1 euro = 26 kC - coroas tchecas) e que a língua é ininteligível, mas são coisas que você consegue relevar considerando todo o resto.
Pra começar, uma das atrações mais famosas de Praga é o relógio astronômico, na praça principal.
Ele indica quatro tipos de tempo diferente. Vou ser sincera e dizer que não lembro exatamente o que eles significam, se quiserem joguem no google, haha. De hora em hora, as janelinhas no alto do relógio abrem e os apóstolos "desfilam" por elas. Ao mesmo tempo, um esqueleto do lado do relógio bate um sininho, lembrando que todos vamos morrer. Dos lados do relógio, há estátuas mostrando virtudes e pecados (e sempre a mensagem de que VAMOS MORRER). No fim, um cara toca corneta do alto da torre.
A praça principal, aliás. é cheia de construções históricas e lindas. Por sorte, Praga não sofreu muitos bombardeios durante as guerras mundiais.
Mas o coração de Praga é o castelo. Na verdade, ele é formado por um monte de construções forticadas que foram sendo construídas ao longo dos séculos. No centro, está a Catedral de S. Vitus, uma das catedrais góticas mais lindas que eu vi nessa viagem. No dia em que eu estive lá, o sol deu o ar de sua graça por uns 5 segundos, criando reflexos dos vitrais coloridos nas paredes e chão da igreja... Lindo demais.
De resto, o castelo tem também um museu mostrando toda a sua construção, desde o primeiro assentamento de origem românica; tem os aposentos reais (que não são nada de muito especial, porque boa parte dos quartos pegou fogo em algum momento da história); também tem mais algumas igrejas. Enfim, prato cheio para quem curte história e arte (eu! eu!).
E além de tudo, a vista do castelo é linda!
Para passar da praça ao castelo ou vice-versa, você tem que atravessar o rio Vltava. E a ponte mais bonita para isso é a Charles Bridge (favor não me perguntar o nome em tcheco, me vocabulário se restringe a xavecar pessoas de olhos azuis e a me despedir), cheia de estátuas, de músicos de rua e de gente, de modo geral.
Mas não é só isso! Não falei que a vida noturna também bombava? Bem do lado da Charles Bridge fica a maior balada da Europa Central, com cinco andares, cada um tocando um estilo diferente de música. Ponto alto para o "cubo mágico", com luzes e espelhos que fazem você achar que está num mundo meio Lucy In The Sky With Diamonds.
Também fui em outra balada, Roxy, de eletrônica mais "hardcore", mas como era uma segunda-feira estava meio/totalmente miada. E eu gostei mesmo foi da balada de 5 andares, das minhas 5 noites em Praga eu fui lá em 3! Nada como poder trocar de estilo de música o tempo todo (além disso, tinha uma pista de oldies, que tocava Macarena e Grease, como não amar?)
Pra fechar, eu fiz uma day trip até Kutná Hora. O ponto alto é o ossuário... Eu achava que eu tinha um gosto meio tétrico, mas tem gente que ganha de longe!
A cidade é toda medievalzinha e bonitinha, com igrejas bonitas também. Vale a viagem.
THE END
PS: Muita foto e pouco texto porque eu estou com sono e não consigo raciocinar direito, mas o pub que funciona embaixo do albergue está bombando e eu não consigo dormir com a música alta. (Eu só perdôo porque eles estão tocando só músicas que eu gosto. De Barbie Girl a Penny Lane, passando por Bruce Springsteen, Johnny Cash e Oasis, além de Boom Boom Boom I Want You In My Room, quer dizer.)
Hoje comecei o dia no Portobello Road Market, em Notting Hill. Ele tem principalmente antiguidades, mas também barracas de comida (tanto para comer na hora quanto barraquinhas de feira mesmo, com vegetais, frutas e carnes) e de artesanato. Achei bem legal, maaaas meio caro. Assim, pode ser que para o tipo de coisas que estão à venda lá, seja barato, mas são objetos que estão fora dos meus planos comprar no momento. Tem jóias e bijuterias antigas, relógios, móveis, prataria, vinis... Eu não fiquei muito tempo zanzando por lá porque começou a nevar muito, mas MUITO, e vários dos vendedores começaram a desmontar as barracas e tudo. Achei melhor sair de lá antes que o metrô fechasse de vez (decisão que se mostrou acertada, porque depois realmente interromperam uma das linhas que passa pela estação de Notting Hill e as outras duas só passavam a MASSIVE, MASSIVE intervals - nas palavras do próprio operador do metrô). Claro que o rolê não deixou de incluir uma passadinha na Hummingbird. Hoje, além do red velvet, comprei cupcakes de vanilla, mas eles não são tão bons :/
Aproveitando a deixa de mercados, vou falar do Camden Town Market, que eu visitei semana passada. Esse sim eu amei, vou até voltar lá amanhã! Depois de muito pensar em uma definição, concluí que é algo tipo uma Galeria do Rock feat. Liberdade, on drugs. Tem de tudo lá. Brechós, artesanato, souvenirs, moda rock, comida de todos os lugares possíveis e imagináveis (até barraquinhas de brasileiros vendendo guaraná!), o que você quiser. E barato. Dá pra descolar jaquetas de couro por 10 libras, pra ter uma idéia. Puro amor!
Depois fui ao Madame Tusseaud, o museu de cera. É bem caro para entrar, só que eu acho que compensa. Eu pelo menos me diverti muito tirando fotos com todo mundo! No final, tem a parte "assustadora", que eu achei bem fraquinha, e um momento Disney, com um passeio de carrinho mostrando o "Espírito de Londres", bem gracinha. Na saída tinha também uma exposição da Marvel, com um filme 4D (mais Disney feelings), que eu achei divertidinho.
Aproveitando que o Madame Tusseaud fica do lado da Baker Street, eu dei um pulinho no museu do Sherlock Holmes. Meio inútil, pra falar a verdade, mas o meu lado fã nunca iria me perdoar se eu não entrasse no 221b. É uma casa decorada com estilo vitoriano, como se Holmes e Watson morassem lá. Interessante pela recriação da época (e a casa realmente era um prédio de apartamentos alugados no século XIX, então tem um toque de autenticidade).
E por hoje é só. Vou tentar sair para aproveitar a náiti londrina, se a neve assim o permitir. Beijocas.
Deixando um pouco de lado minha crise (não vou tomar decisão nenhuma quanto a voltar até estar descansada e feliz com minha quase família em Madrid, não quero me precipitar e me arrepender depois), vou contar um pouco do que eu tenho feito nesses últimos dias.
Terça eu passeei por Greenwich, já que meu hostel ficava lá. Apesar de ser parte da Grande Londres e ser facilmente acessível por trens e até por DLR (uma continuação não subterrânea do metrô), o clima é bem de cidade pequena, bem tranquila e bonitinha. Tem um parque maravilhoso (adoro os parques ingleses, já falei isso?), o Museu Marítimo (não achei tão legal porque não me interesso muito nem pelas explicações da parte física de "como se formam as ondas" e coisas assim, e nem muito por barcos em geral... mas é super bem montado e interativo, crianças devem se divertir lá.), o Observatório de Greenwich (com uma linha mostrando o Meridiano que divide os hemisférios, além de astrolábios, telescópios, etc. - ok, admito, a parte mais divertida mesmo foi ficar com um pé em cada hemisfério, a parte museu foi só para dar aquele verniz de cultura, haha.), e os antigos palácios, que hoje abrigam faculdades e coisas assim. Tem também um navio antigo, mas ele está sendo restaurado e eu não pude vê-lo.
Quarta eu não sai do albergue para nada além de arranjar comida para o jantar, então não tenho nada para contar.
Ontem eu fui ao Victoria & Albert Museum. Sensacional. Ele é focado em arte e design e tem de TUDO, mas TUDO mesmo, de todos os lugares. A prova de que minha mania de guardar tralhas pode ser importante algum dia (embora eu duvide muito que minhas coleções possam se comparar aos objetos maravilhosos que as pessoas ricas do século XIX colecionavam). Me diverti muito na parte que tem modelos de gesso de estátuas italianas, porque eu conheci várias delas pessoalmente e fiquei tentando adivinhar de onde. "Hm... Você é de Siena, não? Ah, não, batistério de Pisa. Droga, quase!" "Há, Santa Croce em Florença, CERTEZA." A parte asiática também é incrível. Aliás, o museu todo é incrível! E a lojinha, ah... Eu sou louca por lojas de museu, e a do V&A em especial me encantou. Sorte que eu não tinha dinheiro nenhum para gastar lá, porque se não certamente teria gasto!
Hoje foi um dia cheio. Quando eu acordei estava chovendo, depois começou a nevar... Mas na hora do almoço, DO NADA, abriu um céu azul lindo e fez sol o resto do dia. Vai entender! Aproveitei o tempo bom para fazer uma caminhada ao longo do Tâmisa (pontos altos: Millenium Bridge, Tower Bridge, Globe Theater). Depois fui até o norte de Londres visitar a faixa de pedestres mais famosa do mundo :) Foto tirada (embora não tenha ficado tão boa quanto eu queria, porque eu tive que pedir para uma menina X tirar para mim e ela não se esforçou muito - e depois eu pedi para outra menina com menos boa vontade ainda. Então, fica a dica, levem seu próprio fotógrafo quando vocês forem para Abbey Road). Voltando, eu me perdi na saída do metrô e fui parar no Borough Market, o que eu achei ótimo, porque queria mesmo ir lá... É um mercado de comidas mesmo, tem queijos, vegetais, temperos, carnes, peixes, enfim, tudo. Muito legal. Aï eu consegui me localizar e fui à Tate Modern. Não é dos meus museus preferidos, eu tenho problemas com arte moderna. Mas achei o prédio lindo, se conta pra alguma coisa, haha.
And that's all for today, folks.
PS: Eu ia colocar fotos, mas o servidor do blogger não está colaborando, sorry.
PS 2: Gabi, não achei intromissão o comentário! Você é minha amiga e eu postei esses dramas todos para que eu pudesse ouvir conselhos dos meus amigos... Obrigada pelo apoio. Como eu disse no começo do post, não vou tomar nenhuma decisão até estar mais reequilibrada em Madrid, então não se preocupe. E só a expectativa de passar as festas com gente que eu gosto já está me deixando mais animadinha :) Saudades de você, querida!